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Homem de 49 anos é preso suspeito de estupro e violência contra jovem e duas crianças em Mafra

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Um homem de 49 anos foi preso preventivamente na terça-feira (18), em Mafra, no Planalto Norte de Santa Catarina, suspeito de cometer violência sexual e psicológica contra uma jovem de 20 anos e duas crianças, ambas de 6 anos. A prisão ocorreu durante uma operação da Polícia Civil.

Segundo as investigações, o caso começou a ser apurado em março deste ano, depois que o Conselho Tutelar acionou a Polícia Civil diante de relatos de maus-tratos envolvendo uma das crianças. Conforme a investigação, o suspeito teria mantido dentro de casa um ambiente marcado por violência e tortura psicológica.

A principal vítima, uma jovem de 20 anos, relatou à polícia que teria sido vítima de estupro desde os 16 anos. Ela acreditava ser filha do homem investigado. A possível relação de parentesco, no entanto, ainda não foi confirmada.

Durante a operação, os policiais recolheram material biológico do investigado para a realização de um exame de DNA. O resultado deverá esclarecer se existe vínculo de paternidade entre o homem e a jovem.

Além da jovem, outras duas crianças de 6 anos são tratadas pela investigação como possíveis vítimas de violência. Uma delas é filha da mulher que denunciou os abusos. Conforme a Polícia Civil, a criança nasceu antes do período em que teriam começado os abusos relatados pela jovem.

Prisão preventiva

A prisão ocorreu após a Justiça expedir um mandado de prisão preventiva contra o investigado. Durante a operação, realizada pela Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) de Mafra, testemunhas também foram ouvidas pelos policiais.

O homem foi encaminhado à Unidade Prisional Avançada de Mafra, onde permanece à disposição da Justiça.

As investigações continuam, e o exame de DNA deve ser um dos elementos utilizados para esclarecer a relação entre o investigado e a principal vítima. As acusações ainda serão analisadas pela Justiça, e o suspeito tem direito à defesa e à presunção de inocência até eventual condenação definitiva.

Fonte: NSC Total

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Mauricio Samp

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