Programa “Proteção Levada a Sério” prevê a recuperação e reforma de Barragens já existentes e construção de canais extravasores

Programa “Proteção Levada a Sério” prevê a recuperação e reforma de Barragens já existentes e construção de canais extravasores


A Defesa Civil de Santa Catarina precisa tirar do papel obras antigas previstas para contenção de enchentes, mas por outro lado, precisa recuperar as já existentes.

Já estão mapeadas as obras consideradas prioritárias pela Defesa Civil de Santa Catarina para prevenção de enchentes no Vale do Itajaí. Elas estarão listadas no programa “Proteção Levada a Sério”, que o governo do Estado prepara para lançar em breve. As ações serão divididas em duas fases. Na primeira estarão aquelas que devem começar ainda neste semestre. Já para a segunda etapa ficarão as consideradas mais complexas.

Em Ituporanga, uma empresa foi contratada para consertar as comportas da barragem. Uma deles está inoperante por causa de danos, e o cenário se agravou com as operações durante as cheias do ano passado.

A previsão, de acordo com o secretário Fabiano de Souza, é que a instalação do Stoplog — que é uma barreira antes das comportas para conter a água e permitir que os técnicos façam os consertos onde há vazamentos e manutenção no restante da estrutura — aconteça no fim de fevereiro ou, no máximo, no começo de março, se a chuva atrapalhar.

Em José Boiteux, o problema no cilindro emperrado que impede a abertura de uma comporta será alvo de discussão na segunda-feira (22). Enquanto isso, diz o coronel, será iniciada nos próximos dias a limpeza da área. A reforma efetivamente da barragem de José Boiteux será alvo ainda de uma licitação a ser lançada.

Os canais extravasores em Blumenau e Navegantes também devem ficar para a segunda etapa do programa que o governo do Estado pretende lançar.

A obra em Blumenau custaria cerca de R$ 800 milhões e passa, atualmente, por revisão do orçamento. Já a obra em Navegantes, considerada primordial pela Defesa Civil de Santa Catarina, é mais complexa, diz o secretário Fabiano de Souza. Isso porque depende de ajustar os projetos e rever o traçado da obra, pois nos últimos anos houve muita construção na área e exigiria várias desapropriações.

Com informações Talita Catie NSC Total

 



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