“O PSL de SC não tem ligação com o presidente Jair Bolsonaro” diz Marco Carvalho, possível pré-candidato a Deputado Federal em 2022

“O PSL de SC não tem ligação com o presidente Jair Bolsonaro” diz Marco Carvalho, possível pré-candidato a Deputado Federal em 2022


Participou nessa semana do programa Conexão Política da Rede Web TV, o advogado Marco Vinícius Pereira de Carvalho, que morou e trabalhou por muitos anos em Taió, e que está em Brasília assessorando a ministra Damares Alves. Ele também é Presidente da Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos.

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Ele iniciou a entrevista falando sobre as comissões que compõe e auxilia juridicamente.O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, anulou a declaração de anistia política de cerca de 300 pessoas. As anulações foram publicadas do dia 8 de junho, no Diário Oficial da União.

Os casos tratam dos cabos da Aeronáutica. Entidades de anistiados em Brasília conferiram a nominata e apontaram que, até o momento, não há civis na relação, apenas foram identificados cabos da FAB. Em outubro de 2019, o Plenário do Supremo Tribunal Federal entendeu que a administração pública pode rever concessão de anistia a ex-militares, devendo ser respeitado o devido processo legal. Também foi fixado que a União não pode pedir a devolução das verbas já percebidas.

Como presidente da comissão, Marco diz: “Esse processo de revisão de anistias dos ex-cabos da Força Aérea foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal, pois o fundamento constitucional para qualquer pessoa ser anistiada é comprovar que sofreu perseguição política. Há um efetivo de 2.500 pessoas recebendo anistia com o salário médio de 10 mil reais por mês. Nessa leva dos 300 primeiros, a União passa a economizar mais de 3 milhões de reais mensais, lembrando que a Força Aérea gasta mais de 30 milhões de reais mensais, ou seja, mais de 360 milhões de reais por ano”.

Sobre as iniciativas diretas em prol do município de Taió, Marco lembrou do esforço que desempenhou para a liberação da extração de pedras na Serra dos Kraemer. A liberação do terreno da Barragem, que pertence a União, mas que está sem uso, é uma das reivindicações mais antigas no município, que depende de documentação para a finalização desse processo.

Marco também atua hoje como coordenador do Republicanos na região do Alto Vale. Após ter sido candidato a segundo suplente na chapa de candidato a senador, ao lado de Lucas Esmeraldino (PSL) em 2018, o advogado explica que o eleitos preferiram escolher Luciano Bivar, ao invés de terem continuado a apoiar Jair Bolsonaro. Conta ainda que os chamados “bolsonaristas” de Taió foram retirados do comando partidário, pela cúpula estadual. Inclusive reforça que a executiva do PSL estadual não tem ligação com o presidente Jair Bolsonaro, apesar de existirem deputados ainda ligados ao partido, mas que não seguem a linha partidária. Em resumo, Marco afirma que não há possibilidade de aproximação entre Bolsonaro e seu antigo partido.

O Republicanos surgiu no início de 2020 como opção de direita para abrigar os que foram deixados de lado, segundo ele. Inclusive esse partido abriu as portas para que Marco seja pré-candidato a deputado federal em 2022. Marco relata que existe essa possibilidade, mas pensando na sua carreira jurídica, pode ser que adie sua participação em uma nova campanha.

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